Pandemia torna o home office uma realidade cada vez mais certa no Brasil

De acordo com uma pesquisa da empresa Globant, 40% das empresas vão ampliar suas operações remotas até 2023 para que seus clientes possam ter acesso aos produtos em diferentes meios. Mas, pesquisa global mostra que empresas ainda precisam dar suporte aos funcionários que trabalham em casa


É certo que muitas empresas estavam se ajustando para trabalhar em um modelo híbrido: em casa e no escritório, ou, apenas em casa. Mas, esse planejamento teve que se tornar realidade em 2020 por causa da pandemia da Covid-19.

E muitas empresas viram que esse modelo de trabalho é viável e custa mais barato, além de, em alguns aspectos, trazer certa qualidade de vida aos funcionários.

De acordo com uma pesquisa da empresa Globant, 40% das empresas vão ampliar suas operações remotas até 2023 para que seus clientes possam ter acesso aos produtos em diferentes meios.

“Esse movimento trará diferentes comportamentos de compra, demandas de tecnologia e provavelmente até diferentes tipos de negócios e inovação para lugares inesperados”, explica Nelly Ortiz, Hacker de negócios da Globant.

Ainda no ano passado, muitas empresas viram os benefícios do home office e afirmaram que seus funcionários ficariam trabalhando de casa por um bom tempo, caso da XP, do Nubank e da Coca-Cola.

Mas apesar de muitas empresas terem condições de fazer adaptações, ainda há outras empresas que deixam a desejar no quesito “suporte ao trabalho home office”.

De acordo com o relatório “Local de trabalho inteligente – Moldando experiências de empregados para um mundo transformado”, realizado no ano passado em 19 países, incluindo o Brasil, cerca de 30,7% das empresas, globais, não mudaram suas políticas internas para dar suporte aos empregados que passaram a trabalhar em casa. No Brasil, esse índice foi maior: 40%.

“Tornar o trabalho remoto possível era mais importante [nos primeiros meses de pandemia] do que tornar o trabalho seguro. Agora, no momento seguinte, a gente vê uma tendência cada vez maior de as empresas se preocuparem com a segurança desses acessos remotos”, explica Jefferson Anselmo, vice-presidente sênior da NTT Ltda para América Latina, a empresa responsável pelo levantamento.


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

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