Comércio prevê crescimento de 29% nas vendas do Dia dos Namorados

No ano passado, quando as restrições da pandemia impediram as pessoas de fazerem compras, as vendas totalizaram R$ 1,39 bilhão, cerca de 25,3% de queda. O segmento de vestuário, calçados e acessórios deve ser o carro-chefe das vendas em 2021, alcançando R$ 797 milhões


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), prevê que o dia 12 de junho, Dia dos Namorados, movimente R$ 1,8 bilhão em vendas no varejo brasileiro.

Este número é positivo e apresenta um crescimento de 29,4% em relação a mesma data no ano passado, quando as restrições da pandemia impediram as pessoas de fazerem compras e as vendas totalizaram R$ 1,39 bilhão, cerca de 25,3% de queda.

“Enquanto a vacinação coletiva não acontecer, os números tendem a ser mais tímidos do que em anos anteriores, sobretudo acompanhando o desgaste econômico. A gente espera que os empreendedores do setor se mantenham atentos e criativos como têm sido durante todo esse tempo de isolamento, para não perder a chance de se aproximar do público com segurança. Em especial os que atuam com serviços, que também devem se atentar a promover ofertas atrativas”, avalia José Roberto Tadros, presidente do CNC.

O segmento de vestuário, calçados e acessórios deve ser o carro-chefe das vendas, alcançando R$ 797 milhões (44% do total de vendas). Este mesmo segmento perdeu 43% das vendas em 2020, em relação a 2019.

Em seguida, é previsto que eletrônicos alavanquem R$ 291,8 milhões em vendas. Já os cosméticos devem vender R$ 168,6 milhões.

Uma pesquisa realizada pela All iN/Social Miner em parceria com a Opinion Box também mostra o otimismo do mercado já que 53% das pessoas pretendem presentear alguém. Isso significa 6% de pessoas a mais do que no ano passado.

Porém, com a crise econômica instalada pela pandemia, muitos casais vão comprar um presente de valor tímido: 11% afirmam que vão gastar até R$ 50; outros 31% vão gastar de R$ 51 a R$ 100; 23% vão gastar de R$ 101 a R$ 200 e apenas 13% vão gastar de R$ 201 a R$ 300.

Além disso, a maioria (57%) vai parcelar o preço do presente através do cartão de crédito. Cerca de 37% das pessoas pretendem pagar com dinheiro; 34% vão usar o cartão de débito e 29% vão pagar através do PIX.


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

Foto: de Andres Ayrton no Pexels

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