Brasil lidera ranking de países que mais desenvolvem aplicativos

Dados recentes da Pew Research Center colocam o Brasil em 2º lugar no ranking dos principais países que mais desenvolvem apps no mundo. Agora na pandemia, por exemplo, os aplicativos de saúde foram os mais procurados: as pessoas buscaram por apps com informações sobre a Covid-19 e apps de exercícios físicos, meditação, yoga, entre outros


Nos últimos anos, a vida de quase todo mundo é organizada e dependente de algumas tecnologias: notebooks, celulares e aplicativos.

Atualmente, existe aplicativo para tudo. E o Brasil se tornou, há alguns anos, um dos países que mais cresce com o desenvolvimento de aplicativos.

Dados recentes da Pew Research Center colocam o Brasil em 2º lugar no ranking dos principais países que mais desenvolvem apps no mundo.

Mas essa alta demanda pelo desenvolvimento de apps acontece porque há consumo: a App Annie, consultoria especializada no comportamento e mercado digital analisou que o brasileiro gasta três horas por dia, em média, utilizando aplicativos. E mais: o brasileiro tem entre 70 a 80 aplicativos instalados, mas, na verdade, usa cerca de 30 apps.

“Empresas não só desejam “estar no bolso” do consumidor, como procuram freneticamente profissionais autônomos, freelancers ou fábricas de software para desenvolverem seus apps as vezes, apenas com o objetivo de fixarem suas marcas na mente do consumidor”, diz Adriano Santos, especialista em desenvolvimento de aplicativos móveis.

Agora na pandemia, por exemplo, os aplicativos de saúde foram os mais procurados: ainda de acordo com a consultoria App Annie, o download de aplicativos de saúde cresce 45% no Brasil, em 2020, se comparado a 2019. Em todo o mundo, o aumento foi de 30%.

Obviamente, apps com informações sobre a Covid-19 lideram o ranking, mas, há muita busca por apps de exercícios físicos, meditação, yoga, entre outros.

“Uma vez que o consumidor testa a experiência dos aplicativos, ainda que não seja totalmente satisfatória, ela começa a solucionar os problemas dele. E ele não vai retroceder. É um caminho sem volta”, observa Fábio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo da ESPM.


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

FOTO: Fondo creado por creativeart – www.freepik.es

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